domingo, 11 de agosto de 2013

Juri popular (no caso do garoto Marcelo) em sala de aula no GEO de Santa Teresa abrindo o 7º ano em Língua Portuguesa - 1701

Primeiro passo: a pesquisa em fontes diversas (internet, jornais, revistas etc.)

07/08/2013 07h45 - Atualizado em 07/08/2013 08h55 
Polícia diz que garoto de 13 anos matou família e cometeu suicídio.

A Polícia Civil aguarda exames técnicos para completar a principal linha de investigação sobre a morte de cinco pessoas de uma família de policiais militares na Vila Brasilândia, na Zona Norte de São Paulo.

O garoto Marcelo Pesseghini, de 13 anos, é o principal suspeito de matar os pais policiais militares, a avó e a tia-avó na madrugada de segunda-feira. Ele teria ainda ido à escola no período da manhã e se matado após retornar para casa.
Veja abaixo os pontos já esclarecidos e as questões em aberto na investigação:
Pontos esclarecidos
- Vítimas foram mortas com um único tiro na cabeça cada.

- Marcelo Pesseghini morreu com tiro no lado esquerdo da cabeça; ele seria canhoto, segundo a PM.

- Pistola .40 foi encontrada na mão de Marcelo Pesseghini, um indício de suicídio, de acordo com a PM.
Arte morte de família em SP- versão 17h (Foto: Arte/G1)
- Foram encontrados na casa cinco cartuchos de projéteis de pistola .40, arma utilizada pela Polícia Militar.

- Carregador da pistola .40 tinha oito projéteis, além do que estava na agulha da arma. Somados aos cinco cartuchos deflagrados, chega-se ao total de 14 projéteis, a capacidade de um carregador.

- Na casa, não foram encontrados sinais de arrombamento, nenhum móvel foi revirado, e tampouco houve tiroteio no local.
- Chave do carro da cabo da PM Andréia Regina Bovo Pesseghini foi encontrada no bolso de uma jaqueta do filho Marcelo recolhida pela perícia dentro da casa.

- Câmera de segurança mostrou Marcelo Pesseghini saindo do carro após estacioná-lo em frente à escola.
Pontos a esclarecer
- Exame de balística vai apontar se disparos que mataram as vítimas partiram da pistola .40 achada sob o corpo do menino.

- Exames residuográficos poderão indicar se havia traços de pólvora na mão do menino e no volante do carro.

- Exame de concentração de potássio irá determinar em que momento cada uma das vítimas foi morta.

- Exames toxicológicos deverão mostrar se as vítimas foram dopadas antes de serem mortas.

- Por que os tiros não foram ouvidos por vizinhos ou mesmo pelas vítimas em tempo de uma reação?

- Houve reação das vítimas após o primeiro tiro dentro da residência?

- Por que após matar os parentes o menino pegou o carro da mãe e o estacionou em frente da escola onde estudava, a alguns quilômetros da residência?

- Com apenas 13 anos, onde e como o garoto aprendeu a dirigir?
- Onde e como o adolescente aprendeu a atirar?

- Por que o menino levou um revólver calibre 32, de propriedade da mãe, para a escola, supostamente após assassinar os parentes?

- O que o menino pegou no carro já estacionado em frente à escola, fato testemunhado pelo pai de um amigo do Marcelo durante uma carona para casa?

- Para a polícia, o crime foi premeditado. Um menino de 13 anos seria capaz de cuidar de tantos detalhes para consumar os assassinatos?

- Qual seria a motivação dos assassinatos?
Segundo passo: debate em sala e organização do trabalho (júri popular), com a escolha dos personagens que iriam atuar. (making off)

A audiência e a advogada de defesa

A advogada de acusação

O amigo do menino (Edmilson), o juiz(Bruno), o advogado de defesa (Matheus C.) ...

O juiz pensando nas alegações e nos relatos da defesa

O amigo do menino (Edmilson) levanta em defesa do menino Alex Marques


A vizinha da família (Leandra), o segurança (João C.) e o juiz (Bruno Albuquerque)



A advogada de defesa (Jully) acompanhada pela relatora (Anna Carolina)

O juiz (Bruno Albuquerque)

NO DIA SEGUINTE: a filmagem com a coordenadora Ana, a formação do corpo de jurados, os depoimentos, os advogados, a audiência, a relatora e o veredito do juiz!

O juiz (ao centro), a relatora (em frente ao juiz), o advogado de defesa (Matheus Cavalvante), testemunhas (Luara e Edmilson, a relatora (Anna Carolina) e parte da audiência (os alunos da turma 1701)

A escolha do veredicto

O juiz e a hora da decisão!

O veredicto do juiz e a relatora 

A hora tão esperada:


A argumentação dos motivos que levaram os alunos a concordarem com o juiz 

O comportamento da audiência

A pesquisa e o interesse da tecnologia na educação de qualidade e diferenciada

No final, a síntese dos fatos e o relatório da atividade.




Na segunda parte da postagem, publicaremos o vídeo que a coordenadora Ana gravou com sua participação amiga e voluntária de sempre!

Então, gostou da postagem?
Aguarde a próxima ou mande sua opinião sobre nosso trabalho.

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